

Iniciativa coordenada pela Seduc/GO tem ações de prevenção, escuta ativa e acolhimento aos estudantes da rede estadual
A secretária da Educação de Goiás, Fátima Gavioli, lançou nesta segunda-feira, (09/02), a campanha ‘Bullying não Compensa’, que será desenvolvida nas escolas da rede pública estadual por meio do programa Ouvir e Acolher, da Secretaria de Estado da Educação (Seduc/GO).
A iniciativa tem como objetivo conscientizar estudantes, educadores e toda a comunidade escolar sobre a importância do respeito, da empatia e da boa convivência no ambiente escolar, além de oferecer ações efetivas de prevenção e enfrentamento ao bullying nas unidades escolares de todo o Estado.
As ações serão realizadas ao longo do ano letivo de 2026, com acompanhamento dos profissionais do programa Ouvir e Acolher, que atuam diretamente nas escolas oferecendo suporte psicológico e social aos estudantes.
Combate ao bullying nas escolas
No lançamento da campanha, a secretária Fátima Gavioli destacou que a rede estadual já desenvolvia iniciativas de combate ao bullying, mas que agora essas ações estão sendo ampliadas e intensificadas nas unidades.
“Essas campanhas têm um papel fundamental na conscientização dos estudantes. Respeitar o colega de sala é essencial para um ambiente escolar saudável. Sempre contamos com psicólogos por meio do Ouvir e Acolher, mas agora estamos fortalecendo ainda mais esse trabalho com o lançamento desta campanha”, afirmou ela.
A psicóloga e gestora do programa Ouvir e Acolher, Adalgiza Erse, reforçou o compromisso da iniciativa com a segurança e o bem-estar dos estudantes. “Essa campanha vem para tornar as escolas ainda mais seguras e acolhedoras. Contamos com equipes multiprofissionais, formadas por psicólogos e assistentes sociais, preparadas para atuar diretamente nas unidades escolares”, ressaltou.
Sobre a campanha
A campanha ‘Bullying não Compensa’ prevê a criação de uma comissão funcional em cada unidade escolar e a realização de um diagnóstico inicial para identificar possíveis conflitos antes que se intensifiquem ao longo do ano letivo. Para isso, está previsto um cronograma mínimo de duas agendas presenciais de trabalho da equipe do programa Ouvir e Acolher em cada escola da rede estadual. (Texto: Isabelle Brandão / Fotos: Solimar de Oliveira)
